sexta-feira, 14 de abril de 2017

A importância de aprender a se questionar

Lá para os idos de 2004 eu era uma garota de 17 anos com muitos interesses, e claro, nenhum conhecimento de nada do mundo, da internet (que começava a usar) e menos ainda de pessoas. Posso afirmar que como muitos adolescentes, me sentia super inteligente e "sábia", mas, vamos falar a verdade: eu era uma das pessoas mais ingênuas que você poderia ter conhecido. Acreditava em tudo, basicamente porque não questionava, não sabia questionar, e não sabia que precisava questionar. Portanto, como é de se esperar caí em promoções do tipo "você é o visitante de número sei lá quanto, e ganhou um milhão de reais", ainda existe isso? Fui expulsa de um grupo do Yahoo! sobre literatura vampiresca (não me julguem, isso foi aaaanos antes de Twilight) porque compartilhei uma corrente sobre o perigo de ser sequestrado e ter seus órgãos retirados de você para comercialização no mercado negro. Pois é... como disse: ingênua. Bem, se eu tivesse sido apenas expulsa, sem justificativa, talvez não tivesse começado a entender uma das maiores lições que devemos aprender na internet (na internet não, no mundo): não acredite em tudo que te dizem! O moderador daquele grupo me humilhou por conta desse erro de principiante, e aquilo não sairá jamais de minha mente. Já por volta de 2006, caí numa armadilha de um cara que tinha uma comunidade de "discussões" no Orkut (no caso desta, leia tretas mesmo). O assunto? Casamento homossexual, eu era a presa perfeita, sempre defensora dos direitos das minorias, uma criança que não sabia argumentar (na verdade, até hoje não sei) e que ficava muito nervosa em frente de preconceitos (ainda fico). Pois bem, o circo estava armado. O cara que foi meu oponente era alguém que se escondia por trás de um avatar genérico, nunca precisou revelar seu nome para me desmoralizar. Chorei por um mês inteiro por conta disso. Não só tinha perdido a argumentação para aquele ser movido a ódio, como tinha notado que tinha sido enganada mais uma vez. Pois tinha servido ao propósito do perverso dono daquela comunidade. E claro, ele mesmo era contra o casamento gay, e os gays em geral. Mais recentemente, alguém postou, já no Facebook, uma imagem com um procedimento de primeiros-socorros para cães, sugerindo que algum remédio deveria ser administrado em certo caso. Lembro de ter compartilhado, e ver meu mundo cair de novo, porque alguém me alertou que tal remédio nunca deveria ser administrado para animais, e essa pessoa tinha perguntado ao amigo veterinário. Fui enganada mais uma porção de vezes, tanto na internet como no mundo offline. O sentimento de vergonha e culpa por ser tão estúpida é inevitável nesses casos. Até pouco tempo essa ideia de questionar a tudo, não era algo enraizado em mim. Parece que quando essa ideia finalmente consegue seu caminho dentro de nossa vida, é um caminho sem volta. Você vai questionar tudo e todos, mas não por birra, é mais como um mecanismo de defesa. Eu realmente não gosto de ser enganada, ou de estar enganada. Servir a propósitos secretos de pessoas megalomaníacas, ou coisas do tipo, não faz meu estilo. Então, meu conselho é que tomem cuidado com o que compartilham, seja nas redes sociais, seja com pessoas do seu convívio. Além de poder estar sendo manipulado, ou só motivo de chacota para alguém, você pode mesmo estar prejudicando outras pessoas com informações erradas. Não ceda ao apelo da facilidade em clicar "compartilhar". Se você não vê porque alguém estaria mentindo para você sobre aquilo, não suponha automaticamente que aquilo, então, é verdade. Se acha que é realmente relevante, pesquise a respeito, não veja só uma linha de pensamento, tire suas próprias conclusões, e aí sim, se pensa que vale a pena, compartilhe com as pessoas que você acha que podem se interessar. Lembre-se que nem tudo é digno de ser passado adiante.

Alguns links para reflexão sobre um caso bizarro que ocorreu em 2014 com consequências catastróficas. Não leia se for uma pessoa sensível:

https://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/brasil/2014/05/07/mulher-foi-linchada-apos-oferecer-fruta-a-crianca.htm
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/05/dona-de-casa-espancada-apos-boatos-facebook-morre-hospital.html

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Vamos às claras!

Ando refletindo sobre a necessidade social da mentira ultimamente. Quando me vejo, mais uma vez, convivendo com pessoas que mentem. Mentem para se proteger, para manipular (não de uma forma maquiavélica), ou apenas porque não sabe que o que fala é mentira.
É inquestionável que a vida em sociedade se tornaria impossível sem que pudéssemos esconder uns dos outros o que realmente pensamos, o que queremos, ou ainda o que fazemos. Eu, ainda que abomine mentir, preciso, vez ou outra usar desse artifício, quer para não magoar alguém com quem me importo, quer para tornar alguma situação favorável para a pessoa e para mim. Como disse, abomino e não me orgulho de forma alguma disso. Não sei se foi mais uma lição aprendida à força, ou se é algo genético. Mas tendo a ser assim, demasiadamente honesta. E isso também é um fardo. Sendo que tendo a falar o que penso, sem que me seja pedido. E muitas vezes isso só serve para machucar o interlocutor, e me deixar envergonhada do meu desserviço.
Penso agora na utilidade da verdade, assim como na utilidade do mentir. Quando solto a verdade na cara de alguém, assim crua e fria, neste momento, sempre imagino que estou lhe prestando um favor. Esta pessoa -penso eu- deve entender que, na minha opinião, o que ela fez não está certo, ou coisa do tipo. MAS QUEM DIABOS SOU EU PARA DIZER O QUE É CERTO A QUEM QUER QUE SEJA? Isso é o que eu deveria lembrar a mim mesma nesses momentos, antes de bater o arrependimento pela honestidade gratuita.
Outra coisa que me faz refletir bastante é que nem sempre quem mente, sabe que está a ludibriar alguém. Porque, primeiramente, está a enganar a si mesmo. Há um tempo atrás, sofria deste mal, além de tantos outros. Imaginava e criava vilões para minha história, algozes que só existiam na minha cabeça. Pessoas que no mundo real só queriam meu bem, eram transformados em monstros devoradores de sonhos. Naquela época, posso afirmar a quem me lê, eu não sabia que era a mim mesma a quem eu deveria temer. E era eu quem merecia umas boas verdades jogadas na cara. Ao estilo do que teimo em fazer agora com as pessoas que amo. Será que é uma forma de compensar?! Bem, só espero que eu tenha sapiência que nem sempre é necessário falar a verdade, e eu não preciso mentir também, é só fechar a boca. No final das contas, deixar com que o outro perceba seu erro, afinal, todo mundo tem seu próprio tempo pra isso (ou não).
Sabe uma coisa muito difícil e é quase impossível pra muita gente? Assumir os próprios erros! Mas a verdade em alguns casos pode ser o que se necessita. Por tanto, reflita se não é a melhor coisa a ser feita. Para mim é o que separa uma criança de um adulto. Infelizmente, vejo muita gente grande agindo como criança. E como eles se refletem na gente, temo que os pequenos de hoje, possam nunca aprender o valor da honestidade.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

O que todo mundo sabe, mas finge não saber (a respeito da corrupção)

Acho graça das respostas de políticos e empresários envolvidos em escândalos de corrupção no Brasil. Sempre negam, não importa se o pegaram com a mão no bolo e a boca cheia e suja. Como se apenas negar já o absolvesse instantaneamente.
O que indigna é que não importa o quanto o ato de corrupção seja um fato conhecido e corriqueiro, é quase impossível fazer com que alguém, que descaradamente roubou o dinheiro de todos nós brasileiros, pague por isso. São tantos recursos, tantas brechas, e eles ainda podem usar e abusar de suas influências (inclusive no judiciário) e do espólio de nosso suor para pagar sua defesa.
Somos um país de gente acostumada a baixar e menear a cabeça quando atingidos por injustiças. Melhor, fazemos piada! Afinal, todos nós contra um punhado de poderosos inalcançáveis, insuperáveis. Que alegam que podem fazer o que bem entendem, pois possuem dinheiro, possuem linhagem, e/ou possuem nosso aval (através da "vontade do povo" refletida nas urnas), são portanto, legitimados a nos possuírem.
Somos pessoas miseráveis vivendo num país riquíssimo, de onde esses poderosos conseguem extirpar até o último recurso, seja ele natural ou fruto da nossa labuta, sem nenhum sentimento de culpa ou medo de que tudo isso possa acabar de vez.
A impunidade parece a única coisa confirmada, num país que elege tantos políticos reconhecidamente corruptos. Onde a frase "rouba, mas faz" é aceitável e desejável até, melhor do que o que só rouba.
É lamentável que mesmo com o que está vindo às claras nesse últimos tempos (que não deve ser da missa a metade, como dizem), nós já tão habituados a aceitar que tudo acabe em pizza. Estejamos conformadamente esperando a conta, afinal, somos nós que pagaremos por mais esse banquete. Aliás, já estamos pagando.
Imagino que por trás de todos esses escândalos exista alguém (possivelmente um grupo de pessoas) muito poderoso com interesse de que seja de conhecimento geral todos esses casos de mal uso de nossos recursos e/ou do poder que designamos cegamente aos que nos representam. Mas, com que intuito? Será interesse político de derrubar os que estão desfrutando do poder agora, para então ascender ao poder (simples demais né?)? Será que é um plano elaborado para nos distrair de algo muito maior e assombroso? Será que é só mais um faz de conta nessa terra-de-ninguém? Bem, vamos torcer para que não se tenha nenhum objetivo obscuro e que se esteja mesmo querendo fazer justiça, mesmo que seja o mais improvável.
 Só nos resta fazer um esforço. Reivindicar imparcialidade. E educar ao nosso povo a praticar e valorizar mais a honestidade, e se reconhecer não só como mais um número nas urnas, mas como recurso para poder melhorar sua vida, e o lugar onde vive: o mundo!
E com isso finalizo com a conclusão que todo mundo já sabe: a solução está na educação! E não estou falando da vida escolástica exclusivamente. Falo principalmente de uma educação política, que desestigmatize a política. Algo que faz parte do nosso dia-a-dia. E que é o que torna nossa vida em sociedade possível.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Hino dos cafajestes

Meses depois de se tornar uma tarefa tida como impossível, lembro da música espontaneamente enquanto assistia à entrevista do Mario Sergio Cortella ao Gentili. Antes, em vão recorri ao google, sem nenhuma memória de letra ou nome da banda, só o sentido, e claro, não obtive sucesso algum. Mas, assim que o Cortella lembrava de letras das músicas do Ultraje, me vem a letra acompanhada da marchinha, e pronto! E quantos canalhas mais ainda há!

Hino dos Cafagestes - Ultraje a Rigor

Nós, os cafajestes do Brasil
temos como missão cafajestar
queremos nossas esposas prá chifrar
e o povo prá enganar
Filhos nos quatro cantos do Brasil
pensões que nós deixamos de pagar
contamos com o respaldo popular
em qualquer lugar
Canalhas!
em qualquer posto dessa nossa sociedade
os cafajestes do Brasil
podem viver com toda liberdade

Música que dá o título a esse post: http://letras.mus.br/ultraje-a-rigor/76481/


Entrevista com o grande Filosofo Cortella (e um milhão de piadas ensaiadas e sem graça do Gentili e seus colegas): https://www.youtube.com/watch?v=UoQ8CvaYHBw

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

O vergonhoso descaso com o próximo num país dito de cristãos

Pobreza e ignorância quase nunca é escolha. Mas para algumas pessoas é quase como uma doença contagiosa. Não chega perto de pobre, e se vangloria de ser educado (no sentido de ter estudado). Separando-se dos demais "miseráveis". Quase sempre atirando pedras aos que tentam pôr luz nos problemas sociais mostrando que muito disso é culpa do nosso descaso, nossa separação com relação ao outro humano, o que sofre as injúrias de maus governos, consequência de atitudes que não mudam há séculos.
Claro que eu tenho medo de ser assaltada, ou sofrer qualquer forma de violência por parte dos marginais que a nossa sociedade criou. Mas isso não quer dizer que eu concordo que essas pessoas praticam violência porque nasceram pra isso. Nada do que iremos fazer é definido no nascimento, ou antes disso. Retire os bens materiais de um grupo, não os dê condições de viver dignamente, os isole do resto da sociedade, os diminuindo como indivíduos por um bom tempo, prive-os de oportunidade de crescimento pessoal ou de comunidade, e você terá, possivelmente, o mesmo resultado que temos hoje com a maioria (não todos!) dos pobres que moram em favelas ou periferias, e não só daqui, mas talvez do mundo.
Muitas pessoas não fazem ideia de como surgem diferenças sociais, e principalmente, de como essas diferenças se sustentam ao longo do tempo. E não se importam nada com isso. Porque elas estão bem, e é isso o que interessa no fim das contas. Sei que o moleque que mata para assaltar é assustador, mas pense nele como produto de uma máquina ainda mais assustadora. E pense que você é uma peça dessa máquina. Sente-se a vontade com isso? Continua se abstendo de culpa e desejando que esse "produto" simplesmente "deixe de existir"? Melhor começar a ver o outro como responsabilidade nossa. Se importar com o outro é o que cura a sociedade, é o que pode consertar a máquina para que gere melhores produtos. É como com o planeta, cada um fazendo sua parte!

Ps: Engraçado essa coisa de "feedback", antes se lia apenas o texto do jornalista ou colaborador de uma revista ou jornal. Caso você não discutisse o assunto com alguém, aquilo ficaria só pra você. Não geraria mais debate. Hoje, qualquer um (até quem não tem opinião a respeito do assunto) pode comentar um texto. E muitas vezes alguns comentários de poucas linhas são até mais interessantes que uma página inteira sobre o tema. Como também, em muitos casos, não se encontra nada de útil nessas respostas. Só alfinetadas políticas (de politicagem: "coxinhas" x "petralhas") ou qualquer baboseira ainda mais insignificante ou repugnante. As vezes o autor lhe causa um espanto, como neste texto onde soube da morte ignorada do garoto Christian Andrade, de 13 anos que tentava proteger uma idosa. Aquilo te dá um nó na garganta. Um sentimento de impotência diante dos fatos sob os quais não se tem poder algum, pois já passou, e a morte não se cura. Daí um comentário desperta sua fúria, quando tenta jogar tudo de volta para escuridão alegando ser tudo só falácia. Lembro das pessoas que dizem "Tá com pena? Leva pra casa então!" a respeito dos marginais. Fico aqui pensando, que muito "marginal" tem mais coração do que muita gente tida como "de bem".

Reflexão sobre o texto e comentários do link: Baile do medo de Marcelo Freixo


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Reforma familiar

O texto da Rosely Sayão*, fala de dados sobre algo preocupante. O exagero do uso das tecnologias e o afastamento do vínculo social primário: a família. Em seu texto há apenas números que mostram pesquisas com filhos que se sentem "trocados" pelo celular. Os pais estariam usando demais seus smartphones e não dando a atenção necessária para seus filhos. Num dos comentários ao texto alguém cita que as crianças e adolescentes não são diferentes, abusando do uso desses aparelhos e se ausentando da interação com a família. Basta que fiquem sem essas tecnologias, pra que se note a diferença, afirma. 
Porém, o que acontece, na verdade, é uma evolução de mídia. Antes, tanto os pais (adultos), quanto os filhos (crianças e adolescentes) tinham como meio de entretenimento em casa, apenas a televisão. Nesse caso, fazia-se a vontade do mais forte, geralmente os pais! Lembro de nunca ver televisão nos horários das atrações infantis, quando minha mãe e vó estavam em casa era só novela. Para assistir a programação que eu queria, ou negligenciava as rotinas domésticas pela manhã, quando as duas não se encontravam. Ou aproveitava a sua ausência às tardes e mudava de canal. Saudades da TV Cruj no SBT, e dos desenhos vespertinos da TV Cultura, que só conseguia ver a muito custo, e já na adolescência! 
TV é uma tecnologia que pode ser aproveitada por quantas pessoas estiverem no cômodo. É uma experiência coletiva. Computador, tablet e o famigerado Smartphone, geralmente não. Digo geralmente porque já desfrutei de vídeos no computador ou smartphone na companhia de alguém. Dá pra fazer, claro, mas não é o mais comum. Como com um livro, é uma experiência mais individual. E há tantos usos para esse aparelho, posso jogar videogames, interagir com outras pessoas, ler (dificultado pelo tamanho da tela, mas possível), e o meu favorito: ver vídeos no Youtube. Esses são apenas alguns exemplos da funcionalidade dessa tecnologia usada em conjunto com a internet. 
Claro que haverá uma alienação. Somos impelidos a procurar por atividades que nos dê prazer, é de nossa natureza. Os deveres são chatos, e a convivência, nem sempre fácil e satisfatória. Todos sabem, mas parecem ignorar, que fazer parte de uma família é ótimo, mas traz aborrecimentos. Muitas vezes exageramos e os transformamos em problemas. Por isso também, a fuga. Não podemos culpar os smartphones, e sua capacidade de nos distrair, por destruir famílias. O que afasta os indivíduos não está em aparelhos e novas tecnologias, está em nossa natureza. De viver sob uma falsa alegação de que não temos problemas.
Muitos pais de ontem, deixaram a televisão criarem seus filhos. Ou por falta de tempo de estar com eles por conta de trabalho, ou porque não sabiam o que fazer com essas crianças. E é o mesmo que vejo muitos pais fazerem hoje, só que com videogames, smartphones e internet. Nada mudou! A sociedade "tenta" nos preparar para ter uma carreira, para ter uma família. Ao menos, é o que ela nos cobra quando adultos. Mas ninguém nos ensina a ser pai ou mãe. O cuidar geralmente se resume a alimentar e vestir. Uma criança necessita de muito mais que isso! E não estou falando de nada material. Precisa que se importem com ela. E que façam parte de sua vida o tempo inteiro. Nada deve ser ignorado ou negligenciado quando se trata de um filho. 
 Falo isso porque fui filha, e por mais que, na época, mesmo que quisesse minha "privacidade" quanto a muitos aspectos. Careci de mais interferência de minha família. Mas não posso culpar minha mãe. Ela fez o que pode com o que tinha. E a ela, sou grata por muito do que sou hoje. Só quero deixar registrado que o problema não é a nova tecnologia, são as velhas instituições. A família também precisa de uma reforma.

Pensando sobre o assunto deste link: A Importância do Vínculo*

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Luz!

Começando este blog apenas porque achei que "rudemental" era um trocadilho genial para um blog onde eu poderia postar meus textos rudimentares de livre pensamento sobre tudo que acaba me indignando, me deixando estupefata.  Como acontece com os textos que escrevo, este nome pode deixar de ser genial na minha cabeça, mas é bom ter um lugar próprio onde "guardá-los". Afinal, ninguém usa o Google+ (ao menos até agora, é a mesma coisa do Bing, nem adianta forçar). Então, lá vai minha diarreia mental!